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Figura 1

Figura 2

Figura 3

Figura 4

Figura 5

Depoimentos

"O Dr. Eduardo Fávero, pós-graduado em cirurgia vascular e endovascular sob minha orientação, demonstra grande competência para atuação plena na especialidade"

- Dr. Antônio Luiz de Medina -

“Consultas rigorosamente no horário. Isso é respeito pelo paciente.”

- Cláudia M. Pereira -

“Encontrei no Dr. Eduardo o que procurava há muito: seriedade, competência e atenção.”

- Maria Helena Cardoso -

“Muito bom. Explicações simples sem o abuso de termos médicos. Superou minhas expectativas.”

- Pedro Rodrigues -

“Obrigado por tudo que fez por mim, dr. Eduardo.”

- Jurema Gonçalves -

“Finalmente encontrei um médico onde as consultas não são corridas e o horário é respeitado. Além de me sentir melhor atendida, me deu tempo para tirar todas as dúvidas e me sentir mais segura em relação ao meu tratamento.”

- Luciana Braga -

Aterosclerose


              Aterosclerose é uma doença da parede das artérias.

              Há perda da elasticidade e deposição de placas de gordura na camada interna das artérias como conseqüência de um processo inflamatório. O resultado é o entupimento das artérias prejudicando a circulação. Essas placas de gordura são formadas por colesterol e recebem o nome de placas de ateroma, daí o nome da doença.


              Trata-se de uma doença grave. Evolui lenta e silenciosamente, porém quando manifesta-se clinicamente o faz de maneira agressiva causando problemas sérios capazes de levar à morte.


              É uma doença da modernidade pois os fatores de risco principais estão relacionados aos hábitos de vida da atualidade como sedentarismo, obesidade, tabagismo e estresse, que faz com que sua incidência aumente a cada dia.


              Não é uma doença específica de um determinado órgão, é uma doença das artérias, sendo assim, ela não acomete um órgão e poupa outro, manifesta-se de uma maneira sistêmica. Quando identificada em um ponto do corpo como por exemplo os membros inferiores, pode-se supor que as artérias do coração, em maior ou menor grau, também estão acometidas e vice-versa. Pode-se dizer que uma vez diagnosticada há risco de infarto do miocárdio, acidente vascular cerebral e perda de membros por amputação para citar os problemas mais comuns.


              Um paciente que tem um infarto deve ter outras partes do corpo pesquisadas para a mesmo doença. Podemos fazer uma analogia com o encanamento de uma casa antiga. Quando há um entupimento ou vazamento no banheiro nós consertamos primeiro o problema mais imediato mas podemos supor que mais cedo ou mais tarde a cozinha, um outro banheiro ou a área de serviço vão apresentar o mesmo problema.


              Como a causa básica da aterosclerose é o depósito de colesterol na parede das artérias e o colesterol alto é tratado pelo cardiologista supõe-se que este seja o único profissional a ser consultado. Isso não é correto. Como temos artérias em todo o corpo, todo ele pode ser sede de complicações. Complicações estas que devem ser diagnosticadas e tratadas pelo cirurgião vascular.


              As complicações manifestam-se nos órgãos vascularizados pelas artérias doentes. Doença nas artérias do pescoço, as carótidas, causa AVC (Acidente Vascular Cerebral), o derrame . Nas artérias das pernas causa intolerância à caminhada (claudicação intermitente) ou gangrena de perna. Nas artérias dos rins, insuficiência renal e hipertensão arterial. Nas artérias do coração, infarto do miocárdio.


              Quando se fala em prevenção da doença estamos falando em controle da dislipidemia, o colesterol alto. Isso fica a cargo dos cardiologistas. Porém após diagnosticada a aterosclerose, caso isso aconteça em uma fase precoce, pode haver prevenção de complicações. Há medidas capazes de manter a doença controlada e de evitar tratamentos mais invasivos, e isso é feito pelo cirurgião vascular.


              Tal doença começa a incidir sobre a população a partir dos 50 anos porém a encontramos cada vez mais frequentemente em pacientes mais jovens, sobretudo naqueles que têm história familiar.


              Há exames capazes de mostrar a circulação em detalhes porém nenhum deles substitui o exame físico realizado pelo cirurgião vascular. Esse exame tem a peculiaridade de ser muito fidedigno ao diagnóstico, mesmo que precoce, e ao grau de avanço da doença.


              A manifestação mais comum nos membros inferiores é a intolerância à caminhada (claudicação intermitente). O paciente apresenta dor nas pernas quando as coloca em movimento. Em fases mais avançadas essa dor pode ser referida até em repouso.


              Quando a doença se manifesta nas artérias carótidas, as do pescoço, o paciente pode apresentar tonteiras, alterações de visão, desmaios, princípio de derrame e derrame propriamente dito.


              A doença não é curável porém é controlável e suas complicações evitáveis e tratáveis.


              O tratamento se divide em clínico ou cirúrgico.


              O tratamento clínico consiste em mudança de hábitos de vida, exercícios programados pelo médico e medicação.


              O tratamento cirúrgico se dá por cirurgia convencional de revascularização do órgão doente, como uma ponte de safena que ao contrário do que se pensa pode ser feita em qualquer parte do corpo e não só no coração como é mais veiculado pelos meios de comunicação; ou por via endovascular, que é o conhecido cateterismo que sem cortes e através de cateteres cada vez mais finos, dá ao cirurgião vascular a capacidade de chegar em qualquer parte do corpo e realizar a desobstrução da artéria de forma minimamente agressiva, um procedimento moderno baseado em alta tecnologia.


              Como promessa para o futuro temos a terapia genética através da neoangiogênese, onde ao invés de tratarmos as artérias doentes, ofereceremos a formação de nova circulação para o paciente. Isso ainda está longe de ser uma realidade.

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