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Depoimentos

"O Dr. Eduardo Fávero, pós-graduado em cirurgia vascular e endovascular sob minha orientação, demonstra grande competência para atuação plena na especialidade"

- Dr. Antônio Luiz de Medina -

“Consultas rigorosamente no horário. Isso é respeito pelo paciente.”

- Cláudia M. Pereira -

“Encontrei no Dr. Eduardo o que procurava há muito: seriedade, competência e atenção.”

- Maria Helena Cardoso -

“Muito bom. Explicações simples sem o abuso de termos médicos. Superou minhas expectativas.”

- Pedro Rodrigues -

“Obrigado por tudo que fez por mim, dr. Eduardo.”

- Jurema Gonçalves -

“Finalmente encontrei um médico onde as consultas não são corridas e o horário é respeitado. Além de me sentir melhor atendida, me deu tempo para tirar todas as dúvidas e me sentir mais segura em relação ao meu tratamento.”

- Luciana Braga -

Pé Diabético


              Ao contrário do que possa pensar o leigo, “pé diabético” não é uma alcunha ou tratamento pejorativo por parte do profissional de saúde, é uma entidade médica, um capítulo à parte da medicina.


              A estrutura primordialmente agredida pela alta constante da glicose no sangue (glicemia) é o sistema circulatório. As artérias de grande e médio calibre são afetadas porém o maior dano acontece na microcirculação, presente principalmente nas extremidades.


              Uma vez instalada a doença arterial, o fluxo sanguíneo será prejudicado e esse prejuízo se manifestará de acordo com a estrutura que estiver carente de sangue.


              O tecido mais sensível a falta de sangue é o nervoso e, por isso, o primeiro a sofrer. Os nervos periféricos principalmente dos pés perdem sua camada protetora, denominada mielina, em decorrência da falta de sangue. A conseqüência disso é a alteração da sensibilidade nos pés. O paciente pode relatar dormências, formigamento, sensação de calor ou mesmo perda da sensibilidade nos pés.


              Como a dor é um mecanismo de defesa do nosso corpo, pés com pouca sensibilidade estão pouco protegidos oferecendo aos pacientes risco de traumatizar dedos ou planta e, por não sentirem dor, não perceberem. Não tomando ciência da ferida o diabético não tem os cuidados necessários de higiene e acaba por instalar-se a infecção. Geralmente o mau cheiro oriundo do processo infeccioso é que desperta sua atenção para a gravidade do caso, quando frequentemente já se faz tarde para um tratamento menos agressivo.


              O dano nervoso acontece nos nervos responsáveis pela sensibilidade (nervos sensitivos) e pela motricidade (nervos motores) e o resultado da combinação é uma reestruturação do arcabouço dos pés envolvendo ossos, músculos e tendões. O resultado é o enfraquecimento dessas estruturas e a mudança nos pontos de apoio nas solas dos pés. Nesse estágio o paciente corre risco de fraturas e luxações espontâneas, formação de calos e até úlceras. O conjunto dessas manistestações denominamos “Pé de Charcot”.


              Todos esses processos expõem o paciente à infecção, situação difícil para o diabético já que suas células de defesa, chamadas leucócitos, têm a capacidade de combate diminuída em virtude da doença.


              Todo o exposto justifica a necessidade de cuidados extremos com os pés por parte do paciente diabético.


              É preciso evitar ao máximo ferimentos principalmente nos dedos dos pés (pododáctilos).

 

              Sugestões de cuidados para o diabético:

  • Já que a sensibilidade está deteriorada o paciente deve observar os pés diariamente a procura de feridas, bolhas ou rachaduras.
  • Lavar bem os pés com sabão neutro durante o banho e secá-los bem, principalmente entre os dedos. Sugestão: sabão neutro e polvilho ou talco após a lavagem.
  • Usar sempre calçados fechados e confortáveis para manter os pés protegidos mesmo dentro de casa. Dar preferências às meias de algoodão por absorverem umidade. Sugestão: use tênis folgado e meia grossa de algoodão e evite andar descalço mesmo dentro de casa.
  • Aparar suas unhas com lixa em linha reta evitando cortá-las. Evitar remover calos ou verrugas. Sugestão: deixe esse trabalho para um podólogo.
  • Não usar bolsas de água quente nos pés e evitar colocá-los de molho na água.
  • Verificar se não há algum corpo estranho nas meias e calçados antes de vestí-los.
  • Consultar o angiologista e cirurgião vascular regularmente.
  • São sinais de alerta: feridas que não cicatrizam, feridas de odor fétido, inchaço, vermelhidão, palidez ou pés azulados.

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