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Figura 1

Figura 2

Figura 3

Figura 4

Figura 5

Figura 6

Depoimentos

"O Dr. Eduardo Fávero, pós-graduado em cirurgia vascular e endovascular sob minha orientação, demonstra grande competência para atuação plena na especialidade"

- Dr. Antônio Luiz de Medina -

“Consultas rigorosamente no horário. Isso é respeito pelo paciente.”

- Cláudia M. Pereira -

“Encontrei no Dr. Eduardo o que procurava há muito: seriedade, competência e atenção.”

- Maria Helena Cardoso -

“Muito bom. Explicações simples sem o abuso de termos médicos. Superou minhas expectativas.”

- Pedro Rodrigues -

“Obrigado por tudo que fez por mim, dr. Eduardo.”

- Jurema Gonçalves -

“Finalmente encontrei um médico onde as consultas não são corridas e o horário é respeitado. Além de me sentir melhor atendida, me deu tempo para tirar todas as dúvidas e me sentir mais segura em relação ao meu tratamento.”

- Luciana Braga -

Trombose Venosa


              Trombo é, por definição, um coágulo sanguíneo que quando formado dentro do vaso é capaz de causar oclusão do mesmo.
O sítio mais frequente de trombose venosa está nos membros inferiores.


              Uma trombose venosa profunda (TVP) inicia-se na maioria das vezes nas veias soleares (veias dos músculos da panturrilha), extendendo-se para veias de maior calibre podendo culminar em um quadro mais dramático.


              Diante do exposto faz-se obrigatório abordar a trombose venosa profunda desde sua profilaxia até seus fatores predisponentes e tratamento.


              O início do mecanismo de trombose venosa depende de um dos três fatores descritos há 2 séculos pelo brilhante patologista polonês Rudolf Virchow que emprestou seu nome à célebre tríade, caracterizada por estase, lesão endotelial e hipercoagulabilidade. Vamos tentar desenvolver o ponto que mais diz respeito ao leigo, principal alvo desse texto.


              A estase, o fator mais frequentemente envolvido no mecanismo desta moléstia, é decorrente da inércia de pacientes restritos ao leito ou imobilizados. Os fatores responsáveis por estase venosa vão desde uma simples imobilização por fratura até doenças que motivem internações prolongadas e, principalmente, pós-operatórios que restrinjam os movimentos do paciente pela presença no leito ou pela dor.


              Aqui chegamos a um ponto importante no contexto dessa doença, a profilaxia da trombose venosa. Quando arguidos, cirurgiões das várias especialidades demonstram conhecimento do risco desta complicação durante o pós-operatório de seus pacientes porém não dominam ou colocam em prática todas as armas capazes de evitá-la.

              As cirurgias ginecológicas, ortopédicas e de grande porte em geral merecem maiores cuidados profiláticos, sem esquecer dos pacientes operados por neoplasias, já que estas, por si só, são fatores predisponentes à trombose.


              Um motivo cada vez mais freqüente de estase sanguínea é a restrição de movimentos dos viajantes de longas jornadas em carros, ônibus ou aviões, sendo chamada por muitos de “síndrome da classe econômica”.


              Independente da tríade de Virchow, alguns fatores de risco podem ser responsáveis pelo aumento da incidência de trombose em certos indivíduos. Estão entre os mais importantes: idade avançada, presença de varizes de membros inferiores, obesidade, história de trombose venosa profunda prévia, tabagismo, insuficiência cardíaca e uso de anticoncepcionais.


              Após instalada, a trombose venosa profunda costuma manifestar-se de maneira clássica através de dor intensa que limita ou impede a caminhada, edema, empastamento (endurecimento, congestão) muscular e turgência das veias superficiais das pernas. É um quadro facilmente reconhecível pelo médico de qualquer especialidade na maioria das vezes. Dúvidas podem ser facilmente dirimidas pela realização de eco doppler colorido venoso explicado em detalhes em outro tópico desse site.


              Um paciente com trombose em alguns casos pode até ser tratado ambulatorialmente mas frequentemente o quadro requer internação que visa atenuar os riscos de complicações como a temida embolia pulmonar. O coágulo formado no interior da veia pode desprender-se passando a se chamar êmbolo. Esse coágulo, o êmbolo, desloca-se pela circulação com risco de obstruir veias distantes dos membros inferiores como as pulmonares. É um quadro potencialmente fatal.


              Medidas preventivas podem ser tomadas afim de minimizar a chance de desenvolvimento de trombose em pacientes de risco porém elas devem ser prescritas após uma boa consulta e exame físico realizados por especialista.


              A TVP pode deixar como sequela uma obstrução permanente da veia que causará edema crônico e complicações a longo prazo como úlceras varicosas. Tem-se observado que mesmo depois de vários anos de instalação da trombose podemos promover uma melhora sensível da circulação através da desobstrução das veias ocluídas por técnicas de cateterismo, o que chamamos de cirurgia endovascular.

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